terça-feira, 30 de agosto de 2011

Para guardar

Minha pequena está com 4 meses, como passou rápido, parece que foi semana passada que ela veio pra casa. E como o coração engana os olhos... ela era tão feinha, parecia um ratinho,magrinha...
Agora está forte, bonita, saudável! Domingo ela ficou sentadinha sem apoio a primeira vez, ficamos bobos... logo os dentinhos aparecem, a babança corre solta! é gulosa, adora pêra e papinha de uva, faz uma bagunça pra comer!
Minha princesa está ficando cada dia mais linda! Feliz e risonha, é tagarela, fico só imaginando quando começar a falar...


  É muito amor!!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Dia da Avó.

Vó! essa homenagem é pra você!
Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta.De sol quando acorda... De flor quando ri... Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande... Sem agenda... Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça, lambuzando o queixo de sorvete, melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende a ver. Tem gente que tem aconchego do colo de Deus, de banho de mar quando a água é quente e o céu é azul. Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que só alguns são invisíveis. Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel. Tem gente que tem luz das estrelas que Deus acendeu no céu. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza. Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria, recebendo um buquê de carinhos, abraçando um filhote de urso panda. Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que as gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos deus está dançando conosco de rostinho colado. E a gente ri grande que nem menino arteiro. Costumo dizer que algumas almas são perfumadas, porque acredito que os sentimentos também tem cheiro... Minha avó era alguém assim. Ela perfumou muitas vidas com sua luz e suas cores. A minha, foi uma delas. E o perfume era tão gostoso, tão branco, tão delicado, que ela mudou de frasco, mas ele continua vivo no coração de tudo o que ela amou. Encantos e paixões e tudo o que eu amar vai encontrar, de alguma forma, os vestígios desse perfume de Deus, que, numa temporada se vestiu de Alice.
Sinto sua falta, sonho que estou na sua casa, conversando, passeando ao seu lado.
Queria que estivesse aqui para conhecer minha filha!
Mas acho que está!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Agradecimento

Minha mãe foi embora, cuidar da vida dela, da casa dela. Quanta saudade! Que eu me lembre nunca haviamos passado tanto tempo juntas, e foi bom, muito bom! Fui do tipo de adolecente, que deixa a família para viver com os amigos, e quanta coisa eu perdi!Mas agora deu pra resgatar um pouquinho do tempo perdido.
Obrigada por tudo, pela ajuda, cuidado, carinho comigo e minha filha, paciência, paciência e paciência... Se eu conseguir fazer pela minha filha metade de tudo o que fez por mim, já estarei satisfeita!

E em sua homenagem mãe, deixo um texto de Raquel de Quiroz para você.
 

A arte de ser avó
 
Quarenta anos, quarenta e cinco. Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem suas alegrias, as sua compensações - todos dizem isso, embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto - mas acredita.
Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade.
Não de amores nem de paixão; a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas, que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento e prestações, você não encontra de modo algum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que se lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito sobre ele, ou pelo menos o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo ou decepção, se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
Sim, tenho a certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.
Aliás, desconfio muito de que netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos. Se o Doutor Fausto fosse avô, trocaria calmamente dez Margaridas por um neto...
No entanto! Nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do neto. Não importa que ela hipocritamente, ensine a criança a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha" e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante nos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe banho, veste-o, embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.
Já a avó não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulito. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso dos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café, mexer na louça, fazer trem com as cadeiras na sala, destruir revistas, derramar água no gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser - e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parede com lápis dizendo que foi sem querer - e ser acreditado!
Fazer má-criação aos gritos e em vez de apanhar ir para os braços do avô, e lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna...
Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós com seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto!
E quando você vai embalar o neto e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz "Vó", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.
E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe castiga, e ele olha para você, sabendo que, se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade.
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menino - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beicinho pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Verdadeiro amor...

Dizem que a gente só sabe o quanto nossos pais nos amam quando temos nossos filhos.
Impossível haver amos maior do que por um filho, uma pessoa mudar tanto a vida da gente, dar outro sentido, fazer realmente valer o valor das palavras amor e família.
Um ser tão indefeso, dependente, frágil e ao mesmo tempo com um poder tão grande de fazer tudo ter sentido... 
Agradeço a Deus todos os dias por essa benção na minha vida e pela oportunidade de conhecer esse sentimento!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Tem gente nova em casa !

Dia 18/04 debaixo de muita chuva Maria Fernanda resolveu nascer, não tinha completado nem 37 semanas, mas ela não queria esperar mais!

A princesinha nasceu com 2700g e 47 cm, grandinha para um bebê prematuro...mas com uma dificuldade de respirar e por isso foi para UTI neonatal, quatro dias de muito sofrimento e lágrimas, uma rotina pesada, ir ao hospital 3 vezes ao dia e o mais difícil, receber alta e deixar minha pequena lá.
Mas esses dia difíceis passaram e ela foi para o quarto  por causa da iquiterícia, saiu em dois dias e finalmente pode conhecer sua casa. A família estava toda a sua espera!
Ela perdeu bastante peso no hospital, quase 500g, mas já está recuperando, é uma princesinha, não dá trabalho e dorme bem, mama bastante e já ganhou peso.
 
A maternidade faz milagres na vida da gente, passei a viver para ela e dedicar tudo o que tenho e faço para ela. Um anjinho que trouxe luz e alegria para casa e para família.



sexta-feira, 15 de abril de 2011

Fazendo gracinha

Nas duas últimas semanas, só correria,mudança de casa, a faxineira não veio, mas também a alegria de ver a pequena, mais um ultrasson. Ela está toda engraçadinha, mostrando a língua, ficamos os dois babando... não vejo a hora de estar com ela no colo. Muito linda minha pequena Maria Fernanda, e o principal, muita saúde!!!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Família unida é muito bom!


Estou particularmente feliz! Andava chateada por estar sozinha, minha família nem ter curtido minha gravidez comigo, mas hoje soube que meus pais vão estar aqui para o parto , além das minhas irmãs, pena que uma delas vai embora antes da pequena nascer,mas vai ficar um pouco comigo.
É muito complicado ficar tão longe da família e amigos, vou adorar terá casa cheia, rever todos, matar a saudade, faz um ano que não os vejo, estou doida para abraçar minhas sobrinhas, irmãs e meus pais.
Muito, muito feliz!!!


quinta-feira, 7 de abril de 2011

A Conversa de uma criança com Deus

 
Uma criança pronta para nascer teve a  seguinte conversa com Deus:
- Disseram-me que amanhã serei enviada para a Terra.
Mas sou tão pequena e indefesa?
E Deus respondeu:
- Entre muitos anjos, escolhi um especial para ti. Tomará conta de ti e estará à tua espera.
- Mas, diga-me: aqui no céu eu não faço nada além de cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu esteja feliz. Serei feliz lá?
E Deus respondeu
- O teu anjo cantará e sorrirá para ti… A cada dia, a todo o instante. E tu sentirás o amor do teu anjo e serás muito feliz.
- Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?
E Deus respondeu:
- Com muita paciência e carinho, o teu anjo te ensinará a falar.
- E o que farei se sentir saudades e quiser falar consigo?
E Deus disse-lhe:
- O teu anjo juntará as tuas mãos e te ensinará a rezar.
- Eu ouvi dizer que na Terra há homens maus… Quem me protegerá?
Deus respondeu-lhe:
- O teu anjo te defenderá mesmo que isso signifique arriscar a sua própria vida.
- Eu estarei sempre triste porque não o tornarei a ver.
- O teu anjo sempre te há-de falar sobre mim, te ensinará a maneira de vir até mim e eu estarei sempre dentro de ti.
E nesse momento, havia muita paz no céu, mas vozes da Terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu novamente:
- Oh, meu Deus, Meu Senhor…Se agora é a minha vez de partir, diga-me, por favor, qual o nome do meu anjo?
E Deus respondeu-lhe com a mais suave das vozes:
Tu chamarás o teu anjo de MAMÃE
 
 
( Texto de autor desconhecido)
 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Quase chegando...

Decidimos criar este blog, para dividir com amigos e família nossas alegrias, e acontecimentos, já que estamos distantes de todos. Hoje fizemos mais um ultrasson, o último! Nossa princesinha está linda, fazendo gracinhas desde a barriga! Mostrou a língua, deu um sinal de sorriso... nós ficamos bobos,  estamos contando os dias para sua chegada! Apesar das noites mal dormidas , ou melhor, das noites sem dormir, e das dores, este é  o melhor momento de nossas vidas.Agora só esperar mais 3 semanas e ela estará conosco. Não pode existir no mundo felicidade maior que esta!